
A Evera começou comigo.
Em uma fase da minha vida em que eu estava me tornando aos poucos quem eu sempre quis ser. E nesse processo, uma coisa pequena me incomodava muito: os acessórios que eu comprava não duravam. Escureciam em dias, marcavam a pele, prometiam uma coisa e entregavam outra.
Eu pensava: dá pra fazer melhor do que isso.
Então comecei a criar peças do jeito que eu queria usar. Sem precisar tirar para não estragar, sem medo de usar, sem aquela ansiedade de "será que vai escurecer?". Peças que simplesmente ficam bonitas, no primeiro uso e no centésimo.
A Evera é isso. Semijoias pensadas para a rotina real, não para ficar guardada na caixinha.
Mas tem algo que vai além da durabilidade. Percebi que a forma como a gente se apresenta pro mundo diz muito sobre quem a gente está escolhendo ser.
Não de um jeito grandioso, mas naquelas pequenas decisões do dia a dia. O anel que você coloca antes de sair. O colar que você esquece que está usando mas que tá lá.
Criei a Evera para me lembrar de quem eu posso me tornar. E no caminho percebi que talvez fizesse sentido pra você também.
— Jhully Neybian.